Centro de Ciências Agrárias
  • Festa Junina Científica Virtual fala sobre vinho e ensina a fazer quentão

    Publicado em 24/07/2020 às 14:45

    O tema do vídeo da Festa Junina Científica Virtual desta sexta, 24 de julho, é o vinho. Com apresentação de Erico Albuquerque dos Santos, doutorando do  Programa de Pós-graduação em Agroecossistemas da UFSC e integrante do Núcleo de Estudos da Uva e do Vinho (Neuvin), o vídeo aborda os tipos de uvas que são usadas para a fabricação dos vinhos, bem como características e coloração da bebida. Antes, Erico ensina a fazer quentão de vinho, “para esquentar o coração nessa quarentena”.

    Confira o vídeo na íntegra abaixo:

     

    Sobre a Festa Junina Ciência Virtual

    A ação, organizada pelos agentes de comunicação do Centro de Ciências Agrárias (CCA) junto à comunidade do centro, tem o objetivo de aproximar a universidade da sociedade, por meio de vídeos educativos que tenham potencial de atrair o público durante o período da tradicional festa nacional.

    Fonte: Site UFSC


  • Milho verde e pipoca são temas de vídeo da Festa Junina Científica Virtual

    Publicado em 24/07/2020 às 14:39

    Milho verde e pipoca são temas de vídeo da Festa Junina Científica Virtual. Com Rosenilda de Souza e Francisco Wilson Reichert Júnior, doutora e doutorando do Programa de Pós-Graduação em Recursos Genéticos Vegetais da UFSC (PPRGV), o vídeo aborda as pesquisas sobre milho doce e milho pipoca do extremo Oeste de Santa Catarina.

     

    Além das informações científicas sobre esse importante alimento, o vídeo explica como ocorre a passagem do grão de milho ao floco de pipoca e ensina a preparar pipoca de micro-ondas sem uso de óleo. Confira o vídeo na íntegra abaixo:

     

    Sobre a Festa Junina Ciência Virtual

    A ação, organizada pelos agentes de comunicação do Centro de Ciências Agrárias (CCA) junto à comunidade do centro, tem o objetivo de aproximar a universidade da sociedade, por meio de vídeos educativos que tenham potencial de atrair o público durante o período da tradicional festa nacional.

     

    Fonte: Site UFSC

    Milho verde e pipoca são temas de vídeo da Festa Junina Científica Virtual


  • Laboratório de Moluscos Marinhos da UFSC mantém produção durante a pandemia

    Publicado em 24/07/2020 às 14:35

    Laboratório de Moluscos Marinhos Universidade Federal de Santa Catarina (LMM/UFSC) tem mantido suas atividades de produção de sementes de moluscos durante a pandemia. Para isso, as duas LMM, uma na Barra da Lagoa e outra no Sambaqui, realizam o trabalho de forma presencial, com apoio de uma equipe composta por professores, técnicos em Educação e trabalhadores terceirizados.

    O LMM da Barra da Lagoa, localizado na Estação Marinha Elpídio Beltrame (EMEB) concentra a produção de formas jovens de moluscos com a realização de desovas, larviculturas e assentamento de sementes. São mantidos reprodutores de moluscos principalmente ostras e vieiras, que recebem alimentação diária para produzir gametas para produção de larvas. A alimentação é produzida no setor de microalgas mantida no laboratório. Todo o manejo de alimentação, troca de água e limpeza, é diário e de forma interrupta, mesmo nos finais de semana e feriados onde a equipe trabalha nestas ocasiões, em escala de plantão.

    No LMM Sambaqui onde há a Unidade Demonstrativa de Maricultura (UDM) as atividades consistem no manejo de matrizes e reprodutores de moluscos bivalves (ostras e mexilhões) em área de cultivo marinha, manutenção de estruturas de cultivo (espinhéis, balsas, poitas, área de apoio de terra e embarcação de apoio), atividades administrativas ligadas á compra de insumos e equipamentos e planejamento para as atividades de manejo e manutenção já citadas.

    Mais de 30 milhões de sementes produzidas

    O resultado do esforço é a entrega de sementes para produtores de moluscos em diversos estados do Brasil, mas principalmente, em Santa Catarina. Durante o período de março, início da pandemia até os dias atuais foram atendidos 65 produtores de ostra do pacífico ou japonesa (Crassostrea gigas), 23 produtores de ostra nativa (Crassostrea gasar) e quatro produtores de vieira (Nodipecten nodosus).

    Em números absolutos foram retirados pelos maricultores de ostra japonesa 28.331.000  de sementes. Produtores de ostra nativa adquiriram 2.240.000 sementes e  os de vieira 1.025.000 de sementes. O LMM comunica a disponibilidade de sementes de moluscos para comercialização na página do laboratório e na página principal da UFSC. A atividade é regulamentada pela Portaria Normativa 68/2016/GR e prorrogada pela Portaria Normativa Nº 367/2020/GR.

    Com estes números o LMM atendeu os produtores de moluscos mesmo na situação de pandemia que atinge a economia e saúde mundial. Para o setor este insumo, sementes, é essencial para que a atividade continue para próximos anos e principalmente na próxima temporada de verão, época de maior comercialização e consumo deste produto. A UFSC, o Centro ed Ciências Agrárias (CCA) e o Departamento de Aquicultura (AQI) a agradecem a todos maricultores pela parceria e pelo esforço em produzir, ainda que em tempos de pandemia e ciclone.

    Texto: Marcos Caivano Pedroso de Albuquerque (LMM/CCA/UFSC)

    Fonte: Site UFSC

    Laboratório de Moluscos Marinhos da UFSC mantém produção durante a pandemia


  • Laboratório de Camarões Marinho da UFSC concorre a prêmio nacional

    Publicado em 24/07/2020 às 14:30

    Laboratório de Camarões Marinhos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) está concorrendo na 6° edição do Edital Fundação Cargill. A proposta é referente a instalação de uma unidade modelo de produção camarões integrados a peixes, plantas (salicórnia) e macroalgas em sistema de bioflocos. Veja abaixo o vídeo do projeto no YouTube:

     

     

     

    Fonte:Site UFSC

     


  • Resultado Promoção à Classe E – Professor Titular de Carreira do Magistério Superior.

    Publicado em 12/07/2020 às 17:29
    Candidato (a) Resultado
    Elane Schwinden Prudêncio Aprovada
    Luiz Carlos Pittol Martini Não Aprovado
    Walter Quadros Seiffert Aprovado

  • LUIZ CARLOS PINHEIRO MACHADO: De cidadão libertário a patrimônio histórico.

    Publicado em 03/07/2020 às 18:36

     

     

     

    Tributo ao Tributo ao Professor Luiz Carlos Pinheiro Machado – por  Prof. José Antônio Ribas Ribeiro

    Quando fui convidado a ocupar o cargo de diretor do CCA, em fevereiro  de 1979,  o curso de Agronomia estava ainda compondo seu quadro docente.  Lembrei-me de diversas pessoas que com seu talento e seu esforço poderiam ser exemplos a seguir pelos alunos e pelos professores e quiçá poderiam aceitar o desafio de estarem conosco.

    Lembrei-me do Professor Luiz Carlos Pinheiro Machado, pois o considerava uma dessas pessoas e na primeira oportunidade o convidei para participar de um concurso, contei do perfil da nossa escola, quem já tínhamos no nosso quadro de docentes e ele não demorou muito para concordar em concorrer a uma vaga de professor.

    Ele fora contemporâneo do meu tio Affonso, quando este, à convite do professor  Dulphe Pinheiro Machado, pai do nosso homenageado, foi monitor das disciplinas de zootecnia na antiga faculdade de Agronomia e Veterinária de Porto Alegre. –“ Já aí o Pinheirinho revelava um espírito inquieto e inconformado com as injustiças”, diz meu tio, ainda vivo e lúcido  no alto dos seus 102 anos de idade, pois o menino, ainda no segundo grau, já era uma liderança nata. Comentavam políticos de então que ele  herdara do seu parente ilustre o senador pinheiro Machado esse carisma .

    Logo depois de formado fez concurso para sua faculdade de origem e foi aprovado com louvor.

    Ministrou aula para esse curso até 1964, quando foi expurgado pelo regime militar por sua militância socialista.

    Assim mesmo não se intimidou. Sua vocação de mestre e uma dose de coragem juvenil, o fazia arriscar-se a continuar seu contato com os estudantes. Ministrou diversos cursos intensivos de suinocultura, gado leiteiro e outros de que não tenho lembrança para uma plateia cada vez maior.

    Em 1968 ministrou, para nossa turma, um curso intensivo de Gado Leiteiro durante 4 finais de semana com mais de 8 horas aula/dia, com direito a viagem  a sua granja Alegria, a produtores de leite de diversos espectros e à usina de laticínios. Foi quando eu o conheci pessoalmente.

    Eu participava da comissão de ensino da nossa Associação de turma, AFA-69, que estava insatisfeita com o rumo que o nosso curso estava tomando, pois era muita aula picada com diversos professores de diferentes didáticas. Mal dava para saber o nome do “lente“.

    Percebemos que o ensino da zootecnia poderia ser ministrado de forma muito mais atraente ao aluno cansado de cuspe e giz  se em vez de termos disciplinas várias sendo ministradas em partes e distantes em tempo, pudessem sê-lo sob forma de cursos como o que o professor Pinheiro, na época conhecido como Pinheirinho o fazia.

    Nossa turma conquistou o direito de ter aulas concentradas sob esse princípio, a partir daí. Foi uma vitória nossa e da didática do professor Pinheiro. Infelizmente essa modalidade não foi reprisada para os alunos das turmas que se seguiram.

    O engo. Agro. Nilo Romero, pecuarista de Bagé,  conhecera os livros de um sábio francês, o médico veterinário e escritor, André Voisin que estava revolucionando o manejo dos pastos. Luiz Carlos, leu um dos livros e partiu para a França para conhecer tal mestre. De lá veio com a idéia de estudar melhor a nova técnica e decidiu testá-la na sua Granja Alegria.

    Ficou tão animado com os resultados que pensava em espalhá-la pelo seu Rio Grande, não foi muito compreendido pelos pecuaristas de lá, nessa época, talvez um pouco preocupados com os ideais voltados à reforma agrária que ele não escondia ter.

    Visitou seu amigo Nilo diversas vezes em Bagé, preparou material e começou a conversar com outros pecuaristas de outros Estados  e a dar palestras sobre o que chamou de Pastoreio Racional Voisin.

    Aproveitou a idéia para crescer mais ainda profissionalmente, como consultor. Reuniu uma equipe de alto nível no seu escritório Geraplan. Em poucos anos tinha projetos espalhados pelo País e também na Argentina, Uruguai e Paraguai.

    Concomitantemente era também um líder da sua classe, foi diversas vezes homenageado pelas Associações de Engenheiro Agrônomo, por defender com muita bravura sua classe onde exigia dignidade e respeito e reconhecimento pela sociedade do importante papel que essa profissão desempenhava.

    Leitor assíduo das publicações científicas e de muitas ficções que se tornaram realidade, foi um importante baluarte em defesa dos estudantes e principalmente do agricultor.

    Batalhou e convenceu técnicos e políticos catarinenses que deveriam mudar de direção nos critérios que usavam para a seleção de porcos.

    Provou que era muito mais econômico selecionar os suínos que convertessem melhor o alimento em carne e que tivessem carne magra na carcaça para agregar mais valor ao produto carne e subprodutos, já bastante conhecidos na agricultura familiar.

    Foi um dos jurados na primeira exposição de suínos de Santa Catarina sendo um dos maiores responsáveis pelo treinamento dos jovens agrônomos contratados pelo serviço de extensão para dar apoio às cooperativas e agroindústrias do Estado, conforme depoimento de Glauco Olinger, então secretário executivo da ACARESC.

    Escreveu e deu muitos conselhos a seus estudantes sobre o poder das indústrias de insumos agrícolas  sobre os agricultores. Mostrou que muitas delas aprisionam o homem do campo por oferecerem materiais e produtos mais eficientes e que tornam as lavouras  mais produtivas mas também mais dependentes de agrotóxicos, adubos e corretivos, caros e danosos a saúde de quem aplica e do consumidor final.

    Incentivou a agricultura sem venenos e trouxe muita tecnologia pouco difundida por aqui, a Agroecologia, por confrontar interesses da Indústria de insumos   de países desenvolvidos.

    Apostou na importância da Etologia aplicada à zootecnia, sendo o criador e primeiro professor do assunto no Sul do Brasil, aqui na UFSC.

    Quando presidente da EMBRAPA garantiu recursos para a vinda de pesquisadores internacionais para estimularem o desenvolvimento dessa matéria na UFSC e no País.

    Reconheceu a relevância do resgate de animais e plantas em risco de extinção e deu enorme apoio a EMBRAPA-CENARGEN em Brasília e apoiou diretamente os esforços para  que o Gado Crioulo Lageano fosse estudado e protegido.

    Deu grandes contribuições ao curso de pós-graduação em Agroecossistemas seja ao ministrar segmentos de disciplinas, seja como orientador ou como professor voluntário.

    No Departamento de Zootecnia, era responsável pela disciplina de Etologia aplicada à zootecnia e lecionava a cadeira de `Bovinocultura para o curso de Agronomia, quando esta tinha seis horas aula semanais. Nessa disciplina estimulava os estudantes a realizarem trabalhos durante as disciplinas que fossem mais próximos da realidade e mais rigorosos não só no conteúdo mas na forma, de modo a não terem surpresas desagradáveis depois de formados.

    Foi diversas vezes homenageado, nas formaturas do curso de Agronomia pela sua empatia com os acadêmicos como pela sua sabedoria e maneira clara de expor assuntos complexos, como por trazer novidades da ciência não apenas ligadas ao programa da disciplina como ao contexto da profissão e à cidadania.

    Aposentado aos 70 anos pela compulsória, não se perturbou e continuou lecionando, participando de projetos de pesquisa e de extensão, como se da ativa fosse.

    Participou ativamente dos trabalhos de extensão junto a agricultores organizados em condomínio, no projeto “ Produção coletiva e intensiva de leite a pasto” e  depois em projetos do  Movimento dos Trabalhadores sem Terra, ministrando cursos e prestando consultoria.

    Idealista, Ativo até os últimos dias de sua existência, nunca pensou em pendurar as chuteiras, pelo que eu soube, antes da quarentena, estava dando os últimos retoques num livro que publicaria com seu filho.

    Enfim, sua partida nos empobrece, embora nos deixe um  grande legado, e uma enorme responsabilidade para preservá-lo e propagá-lo.

    Vá em paz caro Mestre, com a consciência do dever cumprido e com a gratidão dos seus milhares de alunos e amigos.


  • Avaliação para Promoção à Classe E – Professor Titular de Carreira no Magistério Superior

    Publicado em 03/07/2020 às 17:54

    Informamos a data e horário da defesa do professor Luiz Carlos Pittol Martini agendada para o dia 01/07 que  foi adiada por motivos técnicos devido ao ciclone.

    Candidato: Luiz Carlos Pittol Martini – Tese Inédita

    Departamento: Engenharia Rural

     Data e Horário da  Defesa :  08/07/2020, às 9 horas.

    A  defesa  irá  ocorrer por videoconferência e será transmitidas ao vivo pelo canal do CCA no Youtube:

    Endereço:  https://www.youtube.com/channel/UCwXC3XBf0xjVgdy8avMSuUA


  • Nota de Pesar: falece Luiz Carlos Pinheiro Machado, o Pinheirão, professor aposentado do CCA

    Publicado em 03/07/2020 às 12:25

    A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) comunica, com pesar, o falecimento do professor aposentado Luiz Carlos Pinheiro Machado, o Pinheirão, na última quinta-feira, 2 de julho, dia em que completaria seus 92 anos. Professor adjunto do Centro de Ciências Agrárias, Pinheirão foi criador e professor da primeira disciplina de Etologia na América Latina.

    Doutor em Agronomia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Luiz Carlos era professor catedrático aposentado de Zootecnia Especial da mesma instituição, professor titular aposentado de Produção Animal da UFSC, professor titular da Universidade Católica Argentina, professor convidado da Universidade de Buenos Aires e professor participante do curso de Agroecossistemas da UFSC.

    Foi assessor superior do Programa de Melhoramento da Ovinocultura da Patagônia Chilena e em projetos de desenvolvimento agrícola no Brasil, Argentina, Venezuela, Colômbia e Paraguai. Em seu currículo consta ainda a presidência da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), na década de 1980. Também exerceu três mandatos como presidente da Associação Brasileira de Criadores de Suínos. 

    Ao todo, realizou 223 projetos de desenvolvimentos sustentável de produção animal, abrangendo mais de 100 mil hectares no Brasil, Chile, Argentina, Uruguai, Colômbia, Paraguai, Venezuela e Cuba. Foi ainda consultor internacional em agropecuária sustentável e participou da formação de profissionais para a produção agrícola limpa. Foi também o principal divulgador do Pastoreio Racional Voisin (PRV), tecnologia de alta produtividade de bovinos em pasto, difundida atualmente no Brasil e no exterior, garantindo melhor economicidade à agricultura familiar.

    Em 2015, Pinheirão foi homenageado com a Medalha do Mérito do Sistema Confea/Crea e Mútua, e em 2013, com a Comenda do Legislativo Catarinense, entregue pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). Em sua carreira, precisou lidar com a repressão dos tempos de ditadura, quando lecionava na UFRGS, e, em Santa Catarina atuou junto à Epagri (antiga Acaresc) para treinar técnicos sobre suinocultura, gado leiteiro e nutrição animal. Nos anos 60 publicou o livro Os Suínos que teve grande influência no setor agropecuário.

    Segundo o professor Antônio Rosa, Pinheirão deixa um “legado de lutas contra as injustiças relacionadas às atividades agrícolas e às pessoas em geral”. “Sem dúvida será seguido por todos aqueles que têm nele, um referencial de dignidade”, lamentou.S

    Seu filho, Luiz Carlos Pinheiro Machado Filho, conhecido como Pinheirinho, também é professor da UFSC, no CCA, e atua na mesma área de pesquisa do pai, coordenando o Laboratório de Etologia Aplicada e Bem-Estar Animal (Leta).

    O sepultamento do professor ocorreu na manhã desta sexta-feira, no hospital Santa Casa, em Porto Alegre. A família pretende realizar uma cerimônia de despedida virtual no domingo, 5 de julho, às 11h. A comunidade universitária, enlutada, solidariza-se com a família e amigos de Luiz Carlos Pinheiro Machado.

    Fonte: Site UFSC

     

     


  • Adiamento da avaliação para promoção à classe E Professor Titular – agendada para hoje

    Publicado em 01/07/2020 às 8:45

    Devido ao ciclone que atingiu  o Estado na tarde do dia 30/06 , afetando a estrutura de energia elétrica e telefonia e considerando a previsão de nova ocorrência para o dia de hoje, a avaliação para Promoção à Classe E  do professor Luiz Carlos Pittol Martini , agendada para hoje, foi adiada, com nova data a ser divulgada.


  • Núcleo de Cidadania e Ensino Digital oferece Curso de Produção de Conteúdo Digital

    Publicado em 27/06/2020 às 15:18

    O Núcleo de Cidadania e Ensino Digital da UFSC oferece Curso de Produção de Conteúdo Digital que visa capacitar docentes, discentes e comunidade sobre o uso de tecnologias digitais voltadas para a educação, ampliando o leque de possibilidades para a interface ensino e aprendizagem, com aprofundamento nas articulações dos desafios tecnológicos da produção de conteúdos digitais, entre outros.

    Inscrições de 25/06/2020 a 29/06/2020

    Clique aqui para fazer a sua Inscrição 

    O curso será 100% online pelo site www.grupos.moodle.ufsc.br, com atividades síncronas e assíncronas.

    O curso será realizado entre os dias  29/06 à 03/07/20  por Webconferências nos seguintes dias e horários:

    29/06 – 10 às 12 horas

    02/07 – 10 às 12 horas.

    Carga horária total do curso: 08 horas

    Número de vagas: 30 vagas

    Programa básico: Introdução a informação e conhecimento sobre web na atualidade; conceitos, ferramentas e recursos sobre web; segurança e ética na web; web na prática.

    O curso será desenvolvido pelo site: www.grupos.moodle.ufsc.br.

    Os(as) inscritos receberão informações sobre acesso no primeiro dia do curso.